Especificações:
"O primeiro Corrente Russa® lançado no Brasil, com resultados comprovados por centenas de clientes proprietários, desde seu lançamento em 1995 ".
A evolução da estimulação elétrica
A estimulação de tecidos através da corrente elétrica é quase tão antiga quanto a descoberta da eletricidade. Na verdade existem relatos da utilização de enguias elétricas pelos egípcios e também na antiga Roma.
Entretanto, apenas no século XX, com o advento da eletrônica, houve possibilidade de manipulação precisa das correntes elétricas e o consequente interesse em melhores investigações e pesquisas. Neste sentido, em meados do século passado, desenvolveram-se técnicas e equipamentos para estimulação elétrica de músculos denervados e mais tarde para músculos sadios. Essa área recebeu grandes reforços com o advento da era espacial e a consequente necessidade de recuperar a musculatura de astronautas, submetidos a longos períodos de ausência gravitacional. Nasce assim a chamada Corrente Russa (2500Hz modulado em 50Hz com 50% de ciclo ativo), proposta e utilizada pelo Dr. Yakov Kotz , professor de educação física, responsável pelo treinamento de astronautas russos. Desde então, maiores investigações sobre a chamada Corrente Russa, levaram os pesquisadores a aperfeiçoar essa corrente, tendo em vista que era utilizada em pessoas jovens, saudáveis e bem treinadas e também a luz de maiores informações obtidas graças ao avanço da fisiologia e da eletrofisiologia.
Essas modificações deram origem ao que se chama hoje de eletroestimulação neuromuscular (NMES), aplicada a musculaturas íntegras do ponto de vista neuromuscular, porém com deficiências de tônus e trofismo, bem como de sistemas neuromusculares perfeitos, como é o caso de atletas.
Assim não mais se trabalha com a Corrente Russa de Kots mas sim com uma família de correntes cuja forma, frequência, modulação e ciclo útil são variados de forma a melhor atender a cada caso específico (estimulação eutrófica). |